
que no sono, obscuramente, se nos impõem
são os que impomos, vigilantes,
construindo-os,
que nos libertam,
que nos dignificam.
Armindo Rodrigues in Dialéctica do Vento
... "pelo Sonho é que vamos (...) basta que a alma demos ao que desconhecemos (...) e ao que é do dia-a-dia!"